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Manaus terá 49 pontos de vacinação contra a Covid-19 durante a semana

Manaus – A campanha de vacinação contra a Covid-19 vai disponibilizar, ao longo da semana, 49 pontos de atendimento estrategicamente localizados em todas as zonas geográficas de Manaus.

Do total de locais de vacinação, quatro serão exclusivos para o atendimento das crianças de 5 a 11 anos: shopping Via Norte, na zona Norte; Studio 5 Centro de Convenções, zona Sul; Cidade da Criança, zona Centro-Sul; e Sesi Clube do Trabalhador, na zona Leste. Além desses, o Centro de Convenções, o “sambódromo”, na zona Centro-Oeste, segue atendendo crianças e o público a partir dos 12 anos de idade. Com exceção do shopping Via Norte, que funciona das 10h às 16h, os demais pontos de vacinação atenderão das 9h às 16h.

A proteção contra a Covid-19 também será disponibilizada em 45 unidades de saúde de segunda a sexta-feira, no horário das 9h às 16h. Os endereços e os imunizantes ofertados em cada estabelecimento de saúde podem ser conferidos no site da Semsa e nas redes sociais da Semsa.

Intervalos

Seguindo as diretrizes do Programa Nacional de Imunizações (PNI), a Semsa informa que as crianças e os adolescentes não estão no grupo de pessoas que precisam da dose de reforço. A ressalva são os adolescentes imunossuprimidos, que devem receber a terceira dose do imunizante no intervalo de dois meses após a segunda dose.

O PNI também orienta que idosos a partir dos 70 anos e adultos imunossuprimidos que já tomaram a terceira dose, após quatro meses já podem receber a quarta dose da vacina.

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MPF pede ação urgente contra garimpo ilegal na Terra Indígena Yanomami

Brasília – O Ministério Público Federal (MPF) apresentou à Justiça Federal um pedido para obrigar a União a retomar ações de proteção e operações policiais contra o garimpo ilegal na Terra Indígena Yanomami.

Agentes do Ministério Público Federal visitaram a Serra das Surucucus, em Roraima, e verificaram que garimpos ilegais ocuparam a região, utilizando as pistas de pouso da saúde indígena como apoio logístico de aeronaves e helicópteros. De acordo com relatório do MP, as comunidades indígenas estão cada vez mais próximas do garimpo e não podem usufruir de seu habitat tradicional, já muito degradado pelo desmatamento e pela poluição dos rios.

Diante dessas informações, o MPF pede, em regime de urgência, que seja feito um planejamento de novas operações de repressão contra os crimes socioambientais na região e que as equipes policiais permaneçam no local até que todos os infratores ambientais sejam retirados da terra indígena.

A ação pede, ainda a prestação do serviço de saúde, reabrindo os postos de saúde. O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) também foi acionado para que inicie ações de fiscalização de todas as pistas de pouso clandestinas.

De acordo com MPF, as medidas propostas buscam evitar ações como as relatadas nas últimas denúncias apresentadas em relatório da Hutukara Associação Yanomami, que cita pelo menos três crimes contra a dignidade sexual de vulneráveis, crime de trabalho escravo e crime de disseminação de bebida alcoólica entre indígenas de recente contato.

O MPF busca mais informações para abrir investigação específica e definir as medidas cabíveis em cada caso.

Procurada pela nossa reportagem, a Fundação Nacional do Índio (Funai) informou, em nota, que desconhece o estudo citado e que não comenta dados extraoficiais. A fundação esclareceu, ainda, que atua em atividades de monitoramento territorial na Terra Indígena Yanomami por meio de cinco bases de Proteção Etnoambiental na região, com ações permanentes de proteção, fiscalização e vigilância territorial. A Funai destacou também que a mineração ilegal é um problema crônico, fruto de décadas de fracasso da política indigenista brasileira que, no passado, era guiada por interesses escusos, falta de transparência e forte presença de organizações não governamentais.

O Ministério da Saúde informou que as ações de combate ao mosquito transmissor da malária estão sendo intensificadas no Distrito Especial Indígena e que, em 2021, houve uma redução, de aproximadamente 7% de casos da doença em relação ao ano anterior. Além disso, a pasta afirmou que trabalha em um plano de eliminação da malária no Brasil especificamente nos territórios indígenas.

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Shoppings de Manaus vão ter que comunicar casos de violência contra mulher, sanciona Prefeitura

Comunicação deve ser feita de forma imediata, por meio da ouvidoria ou por meio escrito, após o acontecimento ou conhecimento do fato ocorrido dentro das dependências do local

Shoppings centers, lojas e supermercados de Manaus vão ter que comunicar aos órgãos de segurança casos de violência contra a mulher, criança, adolescente, idoso ou pessoas com deficiência, em seu interior. A determinação está em uma lei sancionada pelo prefeito David Almeida na sexta-feira (8).

Segundo a lei, a comunicação deve ser feita de forma imediata, por meio da ouvidoria ou por meio escrito, após o acontecimento ou conhecimento do fato ocorrido dentro das dependências do local.

O relato precisa conter informações que possam contribuir para a possível identificação da vítima e do infrator.

Em caso de descumprimento, os estabelecimentos poderão receber advertência na primeira ocorrência e multa no valor de vinte Unidades Fiscais do Município (UFMs) – que pode chegar em até R$ 2,5 mil – na primeira reincidência.

Nos demais casos de não cumprimento da lei, o valor da penalidade pode chegar em 40 UFMs, o que equivale a R$ 5 mil.